VAREJO COMPETITIVO


Por mais que se desenvolva no mundo o dinâmico sistema de venda pelo Auto-Serviço, com suas variedades de Formatos ou Conceitos, o “Balcão” nunca deixará de ser um dos mais marcantes símbolos da milenar atividade comercial. No seu tamanho Micro, ou no seu espaço maior de um Supermercado, ou ainda nas imensas áreas dos Hipermercados, sempre existirá um balcão com aquela fundamental característica de intermediar, já que de um lado estará o Vendedor e do outro o Comprador, utilizando o imprescindível  balcão como ponto de apoio para realizar a pretendida transação. 
O Varejo Nacional já experimentou, com maior ou menor grau de intensidade, todos os diversos estágios evolucionários nessa importante missão que exerce de disponibilizar ao consumidor os bens originários da cadeia produtiva.
Já é decorrido muito tempo, desde aquela etapa em que um estabelecimento comercial era montado fazendo subir as prateleiras pelas paredes, colocando umas vitrinas, selecionando poucos expositores, pintando a fachada com o nome fantasia e definindo a linha de produtos ao gosto e prazer do proprietário.
Quase não mais se instala um varejo sem o apoio de meticuloso Projeto Arquitetural, outro definindo a Programação Visual, mais aquele detalhado estudo dos respectivos Equipamentos. Passa-se por rigoroso critério no Recrutamento, Seleção e Treinamento dos Recursos Humanos(ou deveria assim ser...), admitindo quem seja considerado apto a trabalhar com o Mix de Produtos. Este foi determinado em razão de Pesquisa de Mercado, que mostrou o Perfil do Consumidor da região de influência do estabelecimento.Com este fantástico avanço, o comerciante dos nossos dias não pode ser mais simplesmente aquele que herdou um nome comercial ou, o que ficou com vontade de exercer esse ramo, mas está bastante envolto em muitas exigências decorrentes da Competitividade que se acirra celeremente.
Acreditamos na disponibilidade de espaço para o Conceito – “Empório” às Lojas de Bairro / Lojas de Vizinhança, com foco na Qualidade de Atendimento e na Praticidade e Prestação de Serviços como ingredientes facilitadores nos momentos de compras dos Consumidores.
O Sucesso da Atividade Varejista está na dependência direta do maior nível de Profissionalização com que ela é exercida. A tríade Variedade, Qualidade e Preço Justo há muito que já exigiu a complementação do Atendimento...
Antes ou Depois do Código, que se propõe a defende-lo ou a protege-lo, o Consumidor está aí exercendo essa verdadeira e legítima ditadura na escolha do seu Fornecedor e, na definição de Quando, Quanto e o Que comprar.
Se o Varejo não tiver Operação Competitiva, jamais conseguirá resultados positivos. Faz-se necessário ter Diferencial !...
          Esperamos ter sido úteis, de alguma forma, compartilhando nossas sensibilidades.

João Luiz Allevato Junior
Gente de Varejo