Barreiras...

Quem quer produzir, expandir, desenvolver e gerar riquezas está sempre condicionado a superar os mais variados obstáculos, muitos deles tidos como normais e, outros que explodem na frente com grande força de detonação...
Quem já é atuante no mercado, tem familiaridade com os inevitáveis percalços do cotidiano, exerce(ou deveria exercer...)  rigoroso controle e lúcido acompanhamento de todas as suas ações, nem sempre consegue implementar um projeto de crescimento, de
modernização, que enquadre as suas atividades nos mais elevados padrões de racionalidade.
Quem tem plena lucidez(ou deveria ter...) de que a eficiência e a eficácia são condições fundamentais para a sobrevivência empresarial nos dias correntes, também nem sempre pode levar adiante um plano bem concebido para resistir e até superar a concorrência, considerando-se flagrantes desigualdades...
Isso porque não há nenhuma boa linha creditícia que seja plenamente assimilável, que acolha inteiramente os bem-intencionados da sofrida classe empresarial..., com relevantes evidências geradoras de inseguranças
Não bastasse a pesadíssima carga tributária, não estivesse aí esse brutal emaranhado de atos oficiais de todos os níveis impondo registros, inscrições, enquadramentos e múltiplas exigências fiscais, todos ficam sofrendo as desastrosas consequências do
odioso deficit fiscal das contas públicas, que impõe indesejável e altíssimo nível no custo do dinheiro...
Pleitear financiamento é até mais difícil do que a aplaudida conquista de medalha de ouro em competições esportivas. Enfrentar uma organização financeira é tarefa das mais infames para o empresário que, não tendo nenhuma outra possibilidade de capital próprio, saia na conquista de recursos no mercado. Nessa busca de financiamento(com risco de suicídio antecipado...), o empreendedor tem pela frente cansativo e, ás vezes, inexequível ritual, seja pela realidade dos juros elevados ou em razão de tantas garantias exigidas, afora os problemas cadastrais e as indefectíveis condicionantes de reciprocidade ao conglomerado financeiro...
E, aí a produção não cresce; e, aí os negócios não se expandem/desenvolvem; e, aí também os custos dos bens não diminuem; e, aí o sofrido consumo não tem vez; e, aí a nossa parca arrecadação tributária fica estagnada; e, aí os recursos orçamentários continuam insuficientes e, aí o Brasil continuará sem poder superar todas os seus muitos problemas crônicos...
por excesso de Políticos e Ausência de Administradores por Competências...

Precisamos entender, de forma tempestiva, o necessário foco e dedicação indispensável ao negócio:

Investindo em GENTE - O Grande Diferencial !...;
Desenvolvimento de Processos/Políticas para Valorização/Fidelização dos Clientes Internos e Externos;
Avaliando Níveis de Lideranças x Gestão e, garantindo sucessão na estrutura dos Recursos Humanos;
Investimento em Tecnologia x Sistemas/Ferramentas - Informações/Controles;
Analisando/Diagnosticando/Corrigindo as causas/origens de Perdas, com coerência e segurança plena de todos os procedimentos;
Monitorando Rotinas à melhor Administração Financeira - Despesas(Desperdicios...) x Custos x Margens x Rentabilidade;
Fazendo diagnósticos da Operação e dos impactos das necessidades de Infra-Estrutura x Fragilidades/Riscos/Consequências;
Implantação de Gestão Corporativa na busca de Comprometimentos...;
Busca obstinada de Identidade e de Diferenciais Operacionais !...

Votos para uma Semana Feliz e, em PAZ !...
Boa Sorte...
Gratos pela oportunidade de podermos ser úteis, de alguma forma.
João Luiz Allevato Junior

Gente de Varejo